Dokker e Lodgy, ótimas para o Brasil

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A divisão Dacia do grupo Renault-Nissan tem dois carros que podem ser muito interessantes para o mercado brasileiro, embora ainda não sejam vendidos com a marca Renault. Ambos têm perfil familiar (ou de carga) e usam plataforma, mecânica e diversos outros componentes do Logan, o que agradaria o público brasileiro, bastante preocupado com custo de manutenção.

A Dokker que já está sendo testada no Brasil — os franceses não anunciaram sua produção aqui — tem formato semelhante à da Kangoo e também da Fiat Doblò, monovolume com duas portas corrediças e porta traseira bipartida. Tem 4,36 metros de comprimento, bem mais que os 4,03 metros da Kangoo e o mesmo 1,81 metro de altura. É um pouco maior que o Doblò, que tem versão com sete lugares. Apesar de ter uma versão Stepway, a carroceria quadrada sugere que o melhor uso da Dokker é como furgão de carga.



A Lodgy tem carroceria elegante e segue formato de Chevrolet Spin e Nissan Livina, que também usava plataforma de Logan com motor Renault (1.6) ou Nissan (1.8). É mais comprida e baixa, 4,50 metros de comprimento e 1,68 metro de altura. Tem sete lugares de série e espaço interno melhor que as similares citadas, com banco da última fileira mais cômodo. Também tem uma versão Stepway.

Ambas podem usar o conjunto Nissan formado por motor 1.6 SCe e câmbio CVT, já aplicado ao Captur e que em breve será estendido a Logan e Sandero — o Duster deve aguardar a próxima geração. Com o fim da Kangoo e o fracasso da Doblò, a Dokker deve fazer bastante sucesso como veículo de carga. Já a Lodgy seria uma opção mais bonita à esquisita Spin, atual líder por falta de concorrente.

 

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