Volkswagen Amarok 2017

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A Amarok produzida na Argentina chegará ao Brasil com (quase) todas as novidades já apresentadas na Europa. A mudanças sutis devem melhorar a imagem da única picape de origem alemã diante das novas concorrentes asiáticas Mitsubishi L200 Triton Sport, Toyota Hilix, Nissan Frontier e Chevrolet S10.

Como normalmente o ciclo de vida de utilitários passa dos 10 anos, a carroceria lançada em 2010 foi mantida e recebeu apenas faróis, para-choques e lanternas novos. O interior com novo painel e revestimentos mantém o sóbrio ambiente germânico, com direito a volante pequeno e bancos com laterais reforçadas que entregam o DNA da Volkswagen.

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As versões oferecidas são S, SE, Trendline, Highline e Highline Extreme, sendo que apenas a primeira pode ter cabine simples e motor 2.0 TDI 140 cv e 34,7 kgfm com transmissão manual de seis marchas e redução, sendo as demais restritas ao mesmo motor com 180 cv e 40,8 kgfm para a SE com transmissão manual ou 42,8 kgfm para as demais transmissão automática ZF de oito marchas, esta sem redução.

Entre as novidades estão airbags laterais e de cortina e faróis bixenônio para Highline e Highline Extreme e bancos dianteiro com ajustes elétricos e forrados em couro Nappa para esta última, que tem ainda rodas de 20 polegadas com pneus 255/50 e sistema de áudio Discover Media com Android Auto e Car Play.

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A Amarok nunca se destacou no fora-de-estrada, sendo superada por todas as concorrentes quando o asfalto acaba —sequer tem caixa redutora na versão automática. No entanto, no asfalto — e sabemos que as picapes andam cada vez mais nele — ela se comporta como um bom carro alemão, com estabilidade e conforto superiores.

Para reforçar a vocação estradeira em Julho de 2017 chega o motor 3.0 V6 TD de 224 cv e 56 kgfm de torque, também utilizado pela Audi há pelo menos 10 anos. Segundo a Volkswagen, com este motor a Amarok faz o 0-100 em 7,9s e atinge 193 km/h. A onipresente transmissão automática ZF de oito marchas sem redução será obrigatória neste motor, restrito à versão mais cara. O atual quatro-cilindros permanecerá nas versões mais baratas.

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